Transição.

Você não vê garoto, minha imparcialidade e meu mau-humor. Nunca espera chegar meu pico de insustentável grosseria e estupidez e minha necessidade por um remédio adocicado no poente. Não sabe garoto, da minha bipolaridade, minha necessidade de manter os pés aquecidos e meus descuidos da vaidade caseira.  Garoto, no dia em que reconhecer minha dramaturgia e administrar meu dessosego e curar essa minha fome não-sei-de-quê eu te amarei até o último grão, última gota, último suspiro e direi: Homem, você me conhece tão bem!

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