"Ah, a generalidade de tantas coisas!
Ninguém imagina o que
eu tenho dentro de mim.
Se as pudesse anunciar
ao mundo, entupiriam
os ralos, parariam
o metrô, desmanchariam
o tempo, invertendo
os trópicos, varrendo
o Equador e apagando
todas as páginas e
esquecendo as memórias
todas.

Me diga, como posso
oferecer essas ou
quaisquer outras
coisas se tudo acaba
antes de existir?"

Nenhum comentário:

Postar um comentário

felicidade sóbria

fazia tempo que não sentia os pensamentos correrem livres entre meus olhos, por dentro de minhas narinas, passando pela minha boca, atravess...