Sinto uma saudade constrangida.
Daquelas de arrepiar os pêlos e me fazer querer dançar.
Sinto uma
falta tão absurda que
Abrupta se
esconde em mim e escorre pelos cantos do sorriso.
Tenho em mim
tamanha saudade encabulada que
Não sei
dizer ou escrever.
Logo, meu quarto
está fechado e só me resta dançar
a ausência prevista pelos poetas.
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