As mãos trêmulas e os olhos fadigados instigam as palavras a serem mais que poemas, mais que rimas, mais que qualquer outra coisa a não ser lágrimas. Nunca precisei de motivos explícitos para reagir as coisas que me acontecem gradativamente, há uma linha de raciocínio embutida em cada movimento milimetricamente calculado pela necessidade de ser racional quando trato de emoção. Estive sedada, pensei ter despertado, porém era mais um sonho de noite mal dormida.
Então acumulo ressentimentos que disfarço com sorrisos e distribuo amor como se fosse pequenas mentirinhas necessárias. É, talvez ele seja isso. É, talvez ele seja algo mais. Ou menos. Talvez nada. Quem sabe?
Abri o dicionário. Fechei. Onde será que encontro a definição de amor?
Pra que definir sentimentos? Melhor apenas senti-los...
ResponderExcluirE quando o sentir está em definir o sentimento? Ah, se houvesse simplicidade nas emoções! (...)
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