A arte do íntimo - Exposição

Sou a personificação do medo. A constante luta com o desejo.

A vida em gotejo pós tempestade.

O que sou?

Tenho a ânsia dos sonhos mais futuros. Do presente, acolho o momento que me foi dado.

Não há necessidade de viver o imposto.

O que, de fato, é nosso?

Não há pudor em ser feliz. Não há temor em ir contra a maré.

Não há falta de amor nesse emaranhado de nós. VIDA.

Como faz, por favor? Tentei desatar: apertou, apertou

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