Sobre aquela que se despedaça ao tentar se juntar.

Senti teu sufoco.

Nos teus versos desesperados, desritmados, descompassados, te li.

Entre teus anseios, teus passos trôpegos para a fuga (liberdade!)

Sorrio por saber: realiza o sonho que tenho também, mas me falta a coragem que você exala. Aquela que te faz enfrentar o mundo, rasgar o peito, que te faz viver um dia a mais e um dia melhor. Você é aquela que esbanja coragem e, por isso, enfrenta as verdades.

(seja sempre assim)

Lembre-se sempre da sua licença poética e que seus neologismos possam ser sua única (in)definição.
E que teu coração continue te traindo nas palavras, pensa estar com sentimentos guardados mas estão todos jogados entre os espaços das letras para quem quiser ver. Teus sentimentos mais expostos, tornam seus textos uma espécie de cru e quando menos percebo estou entre os espaços seus catando as palavras que eu deveria escrever.

Você se indefine.
Eu me descubro.

Não enterre nunca seu dom, por amor ao mundo, a mim e a você.

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