Desesperança

Eu me recuso a falar de amor, a escrever amor, a ser amor. 
Dos versos malditos, dos verbos rasgados, dos versos manchados
de sentimentalismo barato, me desfaço.
Volto então a ser aquilo que se é considerado livre.
Sou a recusa ao amor. 
Justamente por amar.

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