Te roubei as palavras.
E por não saber me doar, me doo.
E então, por ínfimas tristezas, não te quis.
E me assustei, pois nunca soube ser convicta de nada a não ser do fim.
Os ipês não floriram ou fui eu que não notei?
Agora, tudo que me consome é a necessidade dos ipês que deveriam ter florido no inverno.
E o inverno se vai.
Sou convicta do fim.
Então respiro aliviada, por voltar a enxergar meu reflexo.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
felicidade sóbria
fazia tempo que não sentia os pensamentos correrem livres entre meus olhos, por dentro de minhas narinas, passando pela minha boca, atravess...
-
Desde sábado sinto que algo muito grande dentro de mim mudou. Gostaria de te dizer o que, mas não sei. Sei que só quem sofre tal mudança con...
-
Sim, querido universo, eu entendi que a vida existe dentro do espectro do tudo ou nada que eu me impus. Levaram anos, alguns sons, muitas im...
-
Escrever equivale a fumar. A sensação da tragada e de escrever uma frase. O alívio e a vontade de mais. O desespero para aliviar qualquer s...
Nenhum comentário:
Postar um comentário