Eu detestava muito o jeito com o qual você se obrigava a permanecer. Odiava sua insistência e respirava fundo. Eu não precisava contar com ninguém além de mim, mas lá você estava.
E agora o que faço com a ausência?
Estou há dias ensaiando as palavras certas para dizer sobre
o natal... para programar... como fazer acontecer sem você porque eu escuto suas palavras
dizendo que a vida tem que continuar. É que as vezes tem sido difícil. Tipo
hoje. Um dia abafado e chuvoso, cheio de cinza e perda.
Nenhum comentário:
Postar um comentário