Para Clara, a pequena dos olhos de alma.

Preciso me confessar antes: estou fadada ao lirismo desmedido. E é você que aflora todos esses sentimentos encubados e ressentidos. Você, pequeno brilho de estrela, é aquela capaz de me fazer ser feliz em silêncio e ao mesmo tempo ter explosões de sentimentalismo.  Estou a tanto tempo remoendo as palavras dentro de mim,  cavando poços novos, como se elas fossem água. Palavras que tragam a tona o você dentro de mim. E me perturbam três palavras: eu te amo. Eu te amo com a intensidade de uma mãe, com o descaso de uma irmã, com o carinho de uma amiga. Um amor incondicional e racional.

Àquela que tem os olhos almados, olhos convertidos em mata virgem; desconhecida, profunda. Àquela com pele de marfim, com excesso de amor. À você, Clara Tannure, a eterna menina-mulher .

Obrigada Deus. 

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