Eu sou aquele que não sabe terminar um assunto, aquele com
fobias comuns e sentimentos cravados.
Sou aquele que desapega deixando o amor, o carinho ou a paixão. Sou
aquele que pensa demais antes de agir e, de repente, se impulsiona sem pensar.
Sou aquele que morre de amor, morre de medo, morre por prazer de acordar só
para morrer. Sou aquele que se incumbiu das mensagens, aquele que dança na
chuva, canta no banho. Sou um espírito preso à vontade de ser livre, se
livrando dos pesos da corrente ao perceber que os dedos apontados são fantasmas
infelizes, choramingando, culpados dos próprios erros e dos outros três dedos
sempre apontados para si mesmos.
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