A plenitude do infinito.

Se passaram dezoito anos...  Dezoito anos de puro... Puro o que? Puro muita coisa.

É engraçado como as coisas são. Chegamos na maioridade, porém é só colocar o oito pra descansar que, na verdade, chegamos no infinito mais um.

Uau, como a vida é engraçada. Se fosse dezesseis ou vinte e um, qual a graça que teria ser grande, afinal, senão a de ser gente?

Aonde estaria escondido os infinitos dessa idade corriqueira que nada mais é do que:
 - Hey! Estou aqui, faço parte dessa sociedade doente, enfim. -

- Me prendam, me façam empréstimos, me vendam bebidas, por que agora a vida é lícita! Me financiem um carro, um apê legal pra reunir a galera e deixem tudo no meu nome. Me deem um cartão de um banco internacional com crédito ilimitado, por quê são dezoito anos de espera pra dizer: Mãe, tô independente de você, mas ainda te preciso muito.

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