Se choro a falta que me é concedida, que me faz consumir as lágrimas.
Se sorrio a esperança que me é escondida, que me faz serena em ser riso frouxo.
Por onde anda a sensibilidade das palavras?
As mãos que se entregam em falta.
E se é fraco qualquer ser que queira partilhar o amor,
Porque insistimos em ser fortes?
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