Eu sou a tempestade que deveria tornar sua lava, terra fértil.
Então te cubro, me estrondo e ao invés de torrencial, me torno garoa.
Logo eu.
Que jorro trovões, que me precipito em relâmpagos
Logo eu.
Que brado: RAIOS QUE TE PARTAM!
Garoo.
Chuva fina, calmaria e - pausa para suspiro - ao invés de te fazer terra fértil, você me faz fumaça.
E tudo desequilibra.
Onde plantaremos sentimentos?
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