Que me perdoem os nostágicos

Não como Leminski,
mas o oposto dele.
Não aceito
o que o destino impoe.
O meu destino
sou eu
e
mais ninguém.

Entendestes?
A partir de
um dia qualquer
da nossa vida
qualquer
paramos de usar
os verbos
no pretérito,
seja ele:
perfeito ou imperfeito.

Ando, então,
ansiosa,
receosa,
pelo
meu futuro
que há de ser!
- e será -
diferente
do passado.

Por um futuro
mais -
que - perfeito!

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