Absorver o mundo sempre me pareceu tarefa exaustiva e que
não deveria ser realizada por uma pessoa só. Logo eu, de coração chagasiado,
desesperada por abraçar o outro de tanto medo do que habitava em mim, hoje te
confesso: não quero do mundo nada além do que já tenho. Enxergo que sigo
deixando exúvias abandonadas pelo caminho à medida que minhas palavras seguem
desesperadas a nova pessoa que sou.
Não cobro dos sentimentos que eles sejam nada além do que já
são.
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