Onde está meu irreparável erro?


Hoje nem o azul do meu beta me fez sorrir e ele tem sido um grande remédio para o pessimismo e dias ensolarados. Hoje o céu amanheceu nublado e a casa permaneceu silenciosa e eu ainda sim, não entendi o por que de todo esse tormento.

A verdade é que as mudanças machucam, mas machucam por serem obrigatórias e inesperadas. Ainda procuro em que ou quem me apoiar em dias que o azul me some do olhar. Eu procurei por dias essas palavras de desespero e angústia que debatiam dentro de meu pulmão, sobre o que realmente eu preciso escrever? Ainda penso se a desculpa me expressa ou se somente um grito atordoado por estar viva! Enfim, eu só sei que morro a cada dia.

O orgulho nunca foi meu maior inimigo, mas nunca foi meu melhor aliado, mas sempre me impediu de me desabrochar e acho que nunca o agradeci por isso. Enfim, passo dias pensando nos por ques que a vida me sucumbe de fazer, mesmo sabendo que nunca serão respondidos e que aos poucos me transformarei em uma interrogação que se esvai, não por ser desvendada mas pelo cansaço de seus pontos! Por Deus, eu tirei esses dias pra ser um poço de pessimismo e principalmente de falta de força de vontade.

Hoje nem o azul me fez sorrir, nem o azul.

2 comentários:

  1. Um cansaço brando como a manhãzinha laranja. Um cansaço cravado e acomodado tão terno. Vamos chorar baixinho. Juntas.

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