Eras literárias do amor:
- És tão formosa quanto o sol que brilha na escuridão. - Diria o barroquino assumido.
- Como uma pastora tão dentro do campo com suas ovelhas; você e a natureza são uma só. - Se encantaria o arcádico.
- Por você morreria todas as mortes possíveis e deixaria arcos e flechas me acertarem. - Confessaria o romântico nato.
- Tropicana, eu te declararia meu amor em árabe, mandarim e latim se me dissesse que você seria minha, nesses mares tropicais e nessa areia aquecida. - Cantaria o modernista antropofágico.
- Meu amor, eu te amo hoje, mas amanhã não sei. Vamos aproveitar enquanto esse amor existe, enquanto se tem a oportunidade de viver sem pudor. - O poeta contemporâneo sorriu.
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