A descoberta da madrugada

E da vida, sobra o que?
Morte.
E da morte, o que me resta?
Saudade.
E da saudade, o que descubro?
Amor.

Escondo os sentimentos no peito manchado.
Acolho emoções no coração chagásico.
Sorrio, sabida:
tudo tem sempre um fim.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

felicidade sóbria

fazia tempo que não sentia os pensamentos correrem livres entre meus olhos, por dentro de minhas narinas, passando pela minha boca, atravess...