A Efemeridade da vida.

Construíram meu muro de Berlim.

Destruo?

destruo não destruo 

 - João de Barro, quero morrer pagando pelo crime não cometido. - Gritei sem fôlego. Houve o silêncio que não constrangeu, houveram as mãos que não se tocaram, porém, não houveram palavras.
O medo, percursor de todo caos, se lança em mim. Logo eu, catalisadora de catástrofes.

Efemeridade

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