Eu, que tinha aquelas palavras lindas sobre o amor e a perda. No caminho, voltando do supermercado com meus temperos pro almoço.

Cruéis são minhas palavras que como um sopro me deixam em alarde e eu ansiosa por papel e caneta, sem tê-los em mão pois nada queria senão a rotina do cotidiano. Agora escrevo, com uma raiva carregada de melancolia, pois o mundo nunca há de saber o quão bonito foram as palavras que um dia eu quis escrever.

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