Dos grandes achados em meio ao amor próprio, o que mais me encanta é a perda da urgência em ser feliz.
Abraçar aos dias cinzas, de músicas calmas, banhos quentes e xícaras a mais de café como parte de quem sou é a liberdade em sua forma mais bonita. 
Neste momento, de lágrimas muitas das vezes, me encontro em mim e descubro nos sentimentos conturbados, os meus limites.
A tristeza não define quem sou. Eu não sou a tristeza, nem a felicidade que carrego nesse coração chagasiado. Eu estou. E estar é emancipador. 
Rasgo do peito o peso em carregar as dores do mundo, trato do meu coração inchado. Que me perdoem os deuses, sou devota de mim e mais ninguém.

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