É que eu gosto da sua sensibilidade. Imaginar o whisky na mão, o cigarro entre os dedos, os olhos fechados sentindo o momento passar por você e se transformar nessa poesia. O barulho dos risos altos nos bares, dos carros e ambulâncias na avenida. A cotidianidissidade do mundo é o que te prende e te faz vivo.
Tuas mãos largando o copo e o cigarro, tirando o meu cabelo do pescoço, jogando para o lado
O corpo inclinado pra frente
Pr'um beijo com teu cheiro amadeirado
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