a tua verdade escondida em mim

 Você vive de paliativos. Como se tuas cervejas, teu cigarro, tuas canecas de café pelo quarto junto com tua insônia e meus textos pudessem te salvar de você.

Quando te li pela primeira vez foi como olhar em teus olhos negros profundos e seguros sem saber que eram olhos de fera faminta. Te ler é inofensivo até não ser mais. Porque suas palavras rasgam por dentro e mastigam cada pedaço de sentimento que existe na gente. E, a partir daí, nunca – nunca nunca nunca – somos os mesmos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

felicidade sóbria

fazia tempo que não sentia os pensamentos correrem livres entre meus olhos, por dentro de minhas narinas, passando pela minha boca, atravess...