Viver é delicadeza e também é força. Isso, eu sigo escrevendo ao longo dos meses e anos para não me esquecer. O que eu ainda não conseguia enxergar muito bem era como viver é perda misturada com medo e coragem.

Eu, que sempre fui aflita com fins, tenho procurado nos últimos dois anos viver o presente e neste exato momento me questiono sobre os dias que deixei passar por mim sem fazer deles recordação.  É que me recuso, hoje, tecendo este pacto de lágrimas comigo e com meu futuro, despender energias além das necessárias. Aprender a viver um dia de cada vez, procurando o quê de romântico que existe no cotidiano. Escolhendo estar com aqueles que amo e mais que isso, dizer a todos a alegria que é tê-los em minha vida.


Verbalizar afetos para que possamos lembrar daquilo que nos mantêm vivos. As relações que cultivamos, o amor que crescemos, as parcerias que construímos.

É clichê, mas a morte nos desperta para a vida.

Eu amo você.
Eu te perdoo.
Eu me perdoo.

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